quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Feuer

Faz no próximo domingo um mês que voltei, acho que estou pronto para avançar,
                                                                                                                          finalmente.

Ilustração visual aqui:
http://vimeo.com/35580120

domingo, 11 de dezembro de 2011

Hey blog, long time, no see

“Rui temos saudades de te ler!!”, sabe tão bem ler isso, e bastou para me relembrar de visitar o blog outra vez, que já fazia tempo.
Ok, novidades implica story time, here we go.

Há cerca de um mês atrás (dia 29 de outubro, para ser exacto), apareceu me uma mensagem no gayromeo (uma outra novidade, criei conta no gayromeo lol) de um senhor que, francamente, até achei piada, e continuei conversa. Passados uns segundos, eram umas 6 da tarde, pergunta-me se queria ir jantar com ele à baixa… ora qualquer pessoa sensata diria que conhecer homens estranhos mais velhos na internet é uma asneira, foi exactamente o que eu pensei… mas não sei porquê, neste dia decidi ir, tinha um feeling que não ia correr mal.
Corri para o comboio e pouco tempo depois estava a cumprimentá-lo em frente ao teatro D. Maria II, percebi que ele era diferente, um português nascido cá mas imigrado na Alemanha desde criança, onde vive. Veio cá para os anos da mãe e queria companhia para jantar, até aqui tudo ok, fomos ao bairro alto e jantamos num cantinho do um restaurante agradável, ele pagou (sinal de cavalheiro, apesar de eu não gostar de ficar a dever).
Seguimos depois para o príncipe real para dar uma volta, visto que ele tinha carro alugado, propôs ir à beira mar, aceitei (gosto desse tipo de coisas romântico-paneleiras lol). Fomos até Carcavelos e sentamo-nos naquela casinha branca, perto do café Gémeos. Abraçou-me e ficamos os dois em silêncio a ouvir o mar a bater nas rochas.
“Estava a espera de fazer isto a noite toda” – disse ele, eu sorri e devolvi com um beijo. Foi o momento alto da noite :)
O frio elevou-se e decidimos voltar para Lisboa, eram umas 11 da noite. Os Ricardos (aka os meus pais lol) estavam no tr3s e tinham-me convidado para ir lá ter, e estava a precisar dos conselhos deles de qualquer maneira. Fui lá ter com o Jorge (ele chama-se Jorge btw lol) durante os minutos, foi o suficiente para saber se eles aprovavam-no (estranhamente é o que mais perto tenho de apresentar o namorado aos pais lol). Fomos embora os dois para o quarto do Hotel Marquês onde ele estava hospedado e passei lá noite com ele. Acordamos cedo que o check-out era ao meio dia e fomos tomar o pequeno-almoço aos Gémeos onde tínhamos estado à umas horas atrás e depois ele levou me a casa, pela hora do almoço. Antes de me largar convidou-me para ir ter com ele a Alemanha, o que na altura eu achei a coisa mais disparatada de sempre… eu? A 2000km de casa para ir ter com um gajo?
Admito que foi o melhor encontro que alguma vez tive na vida, mas sei que há limites e sou apenas um puto de 20 anos no fim de contas...
Bem... tanto não acreditei que continuamos a trocar mensagens e acabei por ir ter com ele um fim de semana, duas semanas depois disso, a 11 de novembro, e vou regressar agora dia 27 para lá passar o réveillon.

Nunca pensei que fosse capaz de me apaixonar por alguém que estivesse tão longe de mim, mas suponho que o coração é capaz de tudo  : ]

Well, that’s basically it lol
Tchüss ;)

sábado, 29 de outubro de 2011

Somebody to Love

O Romance é uma cena que me assiste… Demasiado.


Por incrível que pareça, existe algo neste mundo como ser romântico demais, que infelizmente, é o estado a que cheguei. Sempre fui um romântico incurável, lamechas e sentimental… e agora apercebo-me o quão terrível isso é. Pessoas como eu fantasiam demasiado a vida, pomos os nosso óculos cor-de-rosa, criamos expectativas, fabricamos ilusões que no fim só desiludem.

Ultimamente, as eternas tentativas de arranjar alguém especial têm falhado, uma após outra… suponho que tenha ficado com bons amigos mas… (suspiro) não é a mesma coisa. Falta-me algo, sinto-me incompleto.

Ou talvez seja do tempo, quem sabe? Já dizia o Freddie e com razão: can anybody find me somebody to love?



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Street Nostalgia

Esta semana vou ter aulas na Culturgest, não no sítio habitual.

Creio que as pessoas se habituam a certos trajectos. Por 3 meses do meu 18º ano de vida, passei quase todos os dias no Campo Pequeno; estudava aí perto, convivia com colegas, almoçava, ia ao café… todos aqueles cheiros, sons e imagens faziam parte do meu quotidiano. Deixei essa vida, que apesar de feliz, não era o que realmente queria, e reencarnei noutro trajecto, a andar pela baixa, pelo cais do sodré, santos, bairro alto e príncipe real.

Passaram a ser ruas mais inclinadas e negras as que pisei, passou a som de muitas etnias o que ouvia, passou a ser esse ar mais gasto e tipicamente lusitano que respiro e que faz parte de mim (sim, pois não seremos nós mais anda do que aquilo que respiramos?). Agora, 2 anos mais tarde, vejo-me inundado por uma incrível nostalgia de quando tinha 18 anos.

É espectacular o quão mais vívidas se tornam as memórias quando piso o mesmo chão de outro tempo. Memórias que nem sequer me ocorreriam de outra forma, que estavam escondidas algures na minha mente, como que estivessem com saudades de casa.

Pelo menos nesta semana, não prometo mais nada, poderei matar algumas saudades.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Waiting for no one

És horroroso. Torturador, diria mesmo. Fazes de mim o que queres e brincas com os sentimentos como se não passassem de simples marionetas. É preciso ser um tipo especial de psicopata para aumentar as expectativas e deixá-las morrer lentamente como tu estás a fazer.

É uma tortura, mas ao mesmo tempo, eu próprio deixo me também levar, devido ao terror que é não saber o porquê. “Será algo que eu tenha feito?”, “Aconteceu-lhe qualquer coisa?”, “Pode ser que me responda…”

A mente humana, (ou a minha pelo menos) sofre com essa ínfima dúvida. A parte mas assustadora reside no facto de eu virtualmente nem te conhecer… é irracional certamente. Vimo-nos uma vez na vida há cerca de um mês e trocámos uma dezena de mensagens… foi isso o suficiente para me agarrar tanto?
Talvez seja meu o problema e não teu, se bem que não deixas de ser cabrão nisto tudo (pequeno riso nervoso)… e sabendo e tendo dito isto, continuo a pensar em ti, continuo à espera de receber uma sms, uma mensagem no msn, no gaydar, no manhunt… qualquer coisa. Um “não”, um “oi”, um “desculpa”, um “deixa-me em paz”, um “vai morrer longe”… algo que me pusesse em paz e tirasse a agonia que é estar à espera.

E conhecendo-me como eu me conheço, sei que tenho um problema de stalking (obviamente, julgando pelo texto acima), e não me espantaria muito que fosse tirar as minhas dúvidas directamente à fonte… por muito creepy que o fosse, dava me a paz de espírito que necessito.


*tentativa de finalizar numa nota cómica*

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Wish I Could Fly

Don't you?